sábado, 26 de janeiro de 2008

Alguns dados recentes sobre educação

Dados obtidos através do IBGE (Pnad - pesquisa nacional por amostra de domicílios 2006): 21 % dos jovens com idades entre 18 e 29 anos não completaram o ensino fundamental e 2% são analfabetos formais, o que leva a crer que é bastante grande o número de analfabetos de fato.

Dados obtidos do Inep 2007: 17 % dos jovens de 15 a 17 anos que largam os estudos apontam que a causa principal da evasão é a necessidade de trabalhar para ajudar no sustento da família, enquanto que 40 % dizem que perderam o interesse ou a convicção de que a escolaridade os ajudaria a conquistar um bom emprego.

Reflexões a esse respeito?

9 comentários:

Anônimo disse...

O Brasil afunda e a platéia pede bis.

Anônimo disse...

comentário lixo !!
entre no mérito da questão !

Anônimo disse...

Fiz o comentário pq considerei o post suficientemente esclarecedor. O meu comentário tentou ser provocador, já que fazemos parte da platéia pedindo bis, uma vez que pouco fazemos (tomo a liberdade para falar na primeira pessoa do plural) para que o sistema educacional seja considerado pouco interessante ou que não seja visto como mola propulsora para a mobilidade social por pelo menos 40% dos jovens.
Vejo que entre muitos pontos que podem ser levantados, é forte a questão do ensino público em que se finge que ensina e o aluno finge que aprende, engrossando-se a fileira dos analfabetos funcionais, fazendo com que os alunos (críticos ou não) duvidem de que o fato de ir à escola possa fazer algo por eles em suas vidas profissionais. Outra questão que enxergo é o desinteresse pelo desinteresse, já que uma pessoa que lê e que possui conhecimentos acadêmicos é quase a definição de um chato, segundo os parâmetros em voga na sociedade regida pelas leis globais.
Assim, o Brasil afunda... Vemos médicos que não sabem medicar, engenheiros que não sabem “engenhar” e tantos outros profissionais, muitos com nível “superior”, que até sabem ler, mas não interpretar (exige-se muito para interpretar). Pessoas que se contentam em ver TV aos domingos, às segundas, quartas, etc... Contentam-se ou estão, de certa forma, limitadas a esse tipo de entretenimento, visto por muitos deles como forma de obter cultura.
Enfim, a partir desses dados, fica claro que considero o Brasil “cronicamente inviável”, um país feito de jovens sem futuro. Uma sociedade sem futuro.

Anônimo disse...

Aliás, só escrevi com tanto, pq vc pediu com carinho ;-)

Anônimo disse...

Ooopps, estou relendo o comentário (não consigo editar mais) e vi que há alguns erros, o que pode ser argumento contra meu comentário sobre educação. Talvez eu faça parte do público por mim "analisado".

Anônimo disse...

Excelente, a população cresce e a violência vem junto... essa é uma medida a mais pra inibir, mas n aniquilar,certos abusos da sociedade transgressora... e por outro lado um certo incomodo a aqueles q n gostam das cameras e que n tem pq aturar a 'falta de privacidade'... mas do jeito q andam e são as coisas, será inevitável em algum momento!!!

Anônimo disse...

Quanto à privacidade (ou à falta dela, para ser mais preciso), vejo que as câmeras vêm para legitimar essa era em que não há privacidade, já que há o orkut, blogs, fotologs, O Grande Irmão...
Paradoxalmente, escrevo aqui anonimamente (apesar de ser possível o rastreio de meu IP). Seria, talvez, uma forma de protesto contra a falta de privacidade.
Quanto às razões pelas quais as câmeras estão sendo instaladas, só me faz desconfiar que mais uma vez alguém inteligente tenta resolver os problemas da violência (aliás, de algumas formas de violência, posto que nada se faz contra a TV) com soluções superficiais - como já posto no comentário anterior. E quanto à estrutura do problema? Como sempre, nada se faz. Pouca seriedade há nisso tudo.

anti-bigbrother disse...

falou tudo nesse trecho:
"algumas formas de violência, posto que nada se faz contra a TV"

perfeito seu texto !!
concordo plenamente

Anônimo disse...

é isso aí !!